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a tarde de um fauno

(…) Tarefa, pois do órgão fugas, ó malignas Sírinx, quais reflexos lagos envolvermos! Meu rumor do brioso, falei primaveras! Das divindades das idolatrias pintadas, À sua sombra retiro ainda das cinturas: Assim, uvas sorvidas relvas desta luz, No banir do pesar meu cobrir ancestral, Nada, eu elevo ao céu dos cachos destas vagas E, sopros…

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I detest doctrines

«I detest doctrines together with all their impertinences. That is why I wish to write down my musical thoughts with the greatest self-detachment. I wish to sing of my inner landscape with the naive candor of childhood.» Claude Debussy

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