René Magritte; Les regards perdus

vertigem

«É natural que quem quer elevar-se sempre mais, um dia, acabe por ter vertigens. O que são vertigens? Medo de cair? mas então porque é que temos vertigens num miradoiro protegido com um parapeito? As vertigens não são o medo de cair. É a voz do vazio por debaixo de nós que nos enfeitiça e…

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a bênção de cada ano converte-se em maldição

«É duro dizê-lo, mas digo-o, por ser verdade: não consigo imaginar nenhum outro povo tão dilacerado. Vês operários e não pessoas, pensadores e não pessoas, sacerdotes e não pessoas, senhor e servos, jovens e adultos e não pessoas – não é isto como um campo de batalha, onde mãos e braços e todos os membros…

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Vera Marmelo

Mudra emana faíscas…

Mudra emana faíscas, poemas líricos, as suas melodias dão incessantemente origem à poesia. Marco, um dia, procurou companheiros que fossem filhos da sua esperança; tornou-se claro que não os podia encontrar, a menos que ele próprio os criasse. Com o coração repleto de tais enigmas, encontrou-se só a caminho da sua obra. Só como o…

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Paula Rego

cantares

«A Canção portuguesa não possui a perfeição formal, a elaboração larga, o classicismo da canção francesa, da canção inglesa, da canção alemã, nem mesmo porventura da canção espanhola. Aproxima-se, pelo seu primitivismo, da canção daqueles outros povos europeus ou ásio-europeus que permaneceram, durante séculos, culturalmente e socialmente mais «atrasados» (conceito este já em si bastante…

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Caspar David Friedrich

o nome do que é uno e é todo

«ó vós que procurais o que é supremo e excelso nas profundezas do conhecimento, na agitação do agir, na obscuridade do passado, no labirinto do futuro, nos túmulos ou acima dos astros! sabeis qual é o seu nome? o nome do que é uno e é todo? o seu nome é beleza» Holderlin; Hipérion, ou…

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