<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Tiago Sousa &#187; Ípsilon</title>
	<atom:link href="http://www.tiagosousa.org/tag/ipsilon/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.tiagosousa.org</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 06 Feb 2012 01:24:59 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
		<item>
		<title>Crítica a Insónia no Ípsilon de hoje</title>
		<link>http://www.tiagosousa.org/critica-a-insonia-no-ipsilon-de-hoje</link>
		<comments>http://www.tiagosousa.org/critica-a-insonia-no-ipsilon-de-hoje#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 10:49:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Insónia]]></category>
		<category><![CDATA[Ípsilon]]></category>
		<category><![CDATA[Vitor Belanciano]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tiagosousa.org/critica-a-insonia-no-ipsilon-de-hoje</guid>
		<description><![CDATA[Ao longo do seu percurso Tiago Sousa tem dado mostras de não se reger por convenções estilísticas. À frente da editora Merzbau impulsionou projectos portugueses tão diferentes como Noiserv, B Fachada, Lobster ou Frango, oriundos de fações como a pop, o rock ruidoso ou o experimentalismo. Mas mesmo sabendo-se isso, &#8220;Insónia&#8221;, o seu terceiro álbum, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao longo do seu percurso Tiago Sousa tem dado mostras de não se reger por convenções estilísticas. À frente da editora Merzbau impulsionou projectos portugueses tão diferentes como Noiserv, B Fachada, Lobster ou Frango, oriundos de fações como a pop, o<br />
rock ruidoso ou o experimentalismo. Mas mesmo sabendo-se isso, &#8220;Insónia&#8221;, o seu terceiro álbum, lançado na editora alemã Humming Conch, acaba por surpreender.<br />
Possui o tipo de espontaneidade que encontramos nas primeiras obras, apesar de já ser o seu terceiro<br />
disco. Não é álbum facilmente categorizável. São sete peças instrumentais impressionistas, construídas maioritariamente por Tiago Sousa a partir do piano (toca também guitarra acústica e órgão), rodeado ocasionalmente pelos discretos, mas influentes, apontamentos percussivos de João Correia e pelo clarinete de Ricardo Ribeiro.<br />
Há alusões à música clássica contemporânea, ao jazz, ou mais remotamente, a formatos pop mais livres, mas o que sobressai no conjunto, independentemente das escolas onde se inspira é o apuro formal na construção dos ambientes nocturnos e o libertar de<br />
melodias emocionantes tocadas com enorme simplicidade.<br />
É música de respiração interior, mas que não se fecha na sua redoma, procurando o espaço de partilha. Às vezes parece que Tiago acaricia as notas, espaçadamente, aspirando o silêncio, desenhando-o plasticamente como em &#8220;Movimento&#8221;, &#8220;Pêndulo&#8221;, ou &#8220;Insónia&#8221;.<br />
em &#8220;Folha Caduca&#8221;, &#8220;Passos&#8221; ou &#8220;Surrealismo Impressionista&#8221; há mais laboratório, desejo de experiência, sem nunca serem abandonadas as sequências harmónicas, os contrapontos melódicos, um rasto de formas fluidas e de sons crepitando e projectando uma geografia intima onde apetece permanecer.<br />
4/5<br />
Vitor Belanciano</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tiagosousa.org/critica-a-insonia-no-ipsilon-de-hoje/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

