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	<title>Tiago Sousa &#187; music</title>
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		<title>Passion of Christ According to John</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 13:26:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Sousa</dc:creator>
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		<title>ainda bem que existe a lei para ser justa e iqualitária com todos</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 19:54:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Sousa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao longo das décadas, as indústrias criativas têm-se distinguido pela feroz oposição à inovação nos seus campos, muitas vezes perseguida e amiúde censurada. Seja tecnológica, de hábitos de consumo, até de mera modernização instrumental, a inovação é sistematicamente reputada de um perigo, colada ao inimigo imaginário do momento (do socialismo aos piratas) e previamente responsabilizada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao longo das décadas, as indústrias criativas têm-se distinguido pela feroz oposição à inovação nos seus campos, muitas vezes perseguida e amiúde censurada. Seja tecnológica, de hábitos de consumo, até de mera modernização instrumental, a inovação é sistematicamente reputada de um perigo, colada ao inimigo imaginário do momento (do socialismo aos piratas) e previamente responsabilizada pelo fim do mundo que dela vai inevitavelmente decorrer. O facto de nenhum cataclismo ter alguma vez ocorrido é irrelevante; não há história nem memória.<br />
<a href="http://pauloquerido.pt/politica/copia-direitos-de-autor-e-lagrimas-de-crocodilo-das-industrias-culturais-a-cancao-do-bandido/">http://pauloquerido.pt/politica/copia-direitos-de-autor-e-lagrimas-de-crocodilo-das-industrias-culturais-a-cancao-do-bandido/</a></p>
<p>Isto é simplesmente, pornográfico. É uma enorme carga burocrática e financeira que destrói um imenso valor à economia, para que milhões de euros – muitos milhões – todos os anos mudem de mãos, de toda a sociedade para um grupo rentista que pretende enriquecer sem causa própria.<br />
Esta lei é um insulto à inteligência de todos. Quem compra um disco rígido, ou uma impressora poderá, eventualmente, utilizar o artigo adquirido para cópias ilegais. Logo, tem que pagar. Se o crime pode ser cometido, a pena é aplicada por antecipação.<br />
Somos todos criminosos, mesmo com prova em contrário.<br />
<a href="http://blasfemias.net/2012/01/08/pena-antecipada-sobre-crime-potencial/">http://blasfemias.net/2012/01/08/pena-antecipada-sobre-crime-potencial/</a></p>
<p>Já muita tinta digital foi gasta a explicar a irracionalidade desta proposta, especialmente sobre o ponto de vista do aumento absurdo dos custos para o consumidor final, pelo que não vou detalhar muito mais sobre isso (podem <strong>e devem</strong> ler mais <a href="http://jonasnuts.com/423564.html">aqui</a>, <a href="http://blasfemias.net/2012/01/08/pena-antecipada-sobre-crime-potencial/">aqui</a>, <a href="http://poingg.com/31770.html">aqui</a>, <a href="http://arrifana.org/blog/2012/01/proposta-de-lei-118-notas-avulso-1/">aqui</a> e <a href="http://the.taoofmac.com/space/blog/2012/01/09/0108#on-the-portuguese-private-copy-levy">aqui</a>). Deixo apenas um exemplo: se eu comprar um disco rígido de 2TB em Portugal, verei o seu custo aumentar 50% relativamente aos preços de hoje. Esta &#8220;compensação&#8221; irá directamente para os cofres da <a href="http://www.spautores.pt/">Sociedade Portuguesa de Autores</a> (<a href="http://www.publico.pt/Cultura/auditoria-a-sociedade-portuguesa-de-autores-revela-defice-de-65-milhoes-1195928">que tem um buraquinho de €6.5M para resolver</a>, diga-se), mesmo que eu use o disco rígido para armazenar apenas as minhas fotos pessoais do ano que passou.<br />
<a href="http://pensoblogoexisto.posterous.com/projecto-lei-118xii-reductio-ad-absurdum-ensa">http://pensoblogoexisto.posterous.com/projecto-lei-118xii-reductio-ad-absurdum-ensa</a></p>
<p>Ora, eu nada tenho contra a remuneração das pessoas pelo seu trabalho, muito pelo contrário, tenho tudo a favor, e evidentemente, os artistas não são excepção a esta regra. Portanto, que fique claro, que eu, enquanto consumidora, sou toda a favor da remuneração do trabalho artístico que venha a consumir. Não sou a favor de remunerar trabalho artístico, em regime de pré-pagamento, que, talvez, um dia, quem sabe, eu venha a consumir, mas que, pelo sim pelo não, passa para cá o guito e mais nada.<br />
<a href="http://jonasnuts.com/423564.html">http://jonasnuts.com/423564.html</a></p>
<p>Eu gostava era de ouvir a opinião dos autores e dos artistas. Porque é que eles estão calados? Será que eles se sentem mesmo representados pela SPA e pelos apoiantes desta proposta de lei?<br />
h<a href="http://arrifana.org/blog/2012/01/proposta-de-lei-118-notas-avulso-1/">ttp://arrifana.org/blog/2012/01/proposta-de-lei-118-notas-avulso-1/</a></p>
<p>Given that I&#8217;m now at an average of 5GB of photos and movies of my kids <em>a month</em> and that I&#8217;ve recently invested in a NAS and a set of external disks to make sure all our data (i.e., <em>our</em> photos and videos, <em>our</em> laptop backups, etc.) is safe on at least two other physical locations, I&#8217;m more than slightly annoyed at the whole thing as a matter of principle.<br />
<a href="http://the.taoofmac.com/space/blog/2012/01/09/0108#on-the-portuguese-private-copy-levy">http://the.taoofmac.com/space/blog/2012/01/09/0108#on-the-portuguese-private-copy-levy</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em Cultura Livre, <a href="http://www.lessig.org/bio/short/" target="_blank">Lawrence Lessig</a> nos convida a rever a história do direito autoral, desde sua criação até sua simples adoção de forma universal nos dias de hoje. Citando casos que variam de experimentos técnicos dentro de grandes corporações aos primeiros dias da aviação, o professor de direito na Stanford Law School mostra como as empresas multinacionais usaram de artifícios legais e tecnológicos partindo do copyright para impedir o nascimento de obras de arte que, em outras épocas, foram consideradas obras-primas ou revolucionárias. Cultura Livre foi o estudo que deu origem ao projeto <a href="http://creativecommons.org/" target="_blank">Creative Commons</a>, ONG liderada por Lessig que visa rever os conceitos de direito autoral e copyright através de um conjunto de licenças.<br />
<a href="%20http://tramauniversitario.uol.com.br/compartilhe/cultura_livre.jsp">http://tramauniversitario.uol.com.br/compartilhe/cultura_livre.jsp</a></p>
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		<title>Vexations</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 14:22:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Sousa</dc:creator>
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		<title>querido 2011</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 12:53:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Sousa</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>2011 foi o ano em que, para além da angústia anteriormente experimentada mas mais dificilmente compreendida, a realidade sócio-económica entrou pela minha vida adentro e me confrontou, com mais crueldade e firmeza que nunca, com a injustiça dos mecanismos da sociedade moderna. Talvez pelas suas causas nefastas, cada vez mais presentes no meu quotidiano, talvez pela coincidência de em anos anteriores me ter fascinado cada vez mais pela a origem e o significado da Condição Humana, a necessidade de respostas foi o que mais regeu o meu ano de 2011. Neste contexto fui levado a envolver-me nalguns momentos que me deram a conhecer diferentes pessoas, cujo espírito se mantém exaltado pelos mesmos motivos. Este foi o ano em que participei na chamada <em>Acampada do Rossio.</em> Me entusiasmei, me entediei e me desiludi. Foi o ano em que vi a Avenida da Liberdade cheia por diversas vezes e quis crer na existência de pessoas auto-determinadas e inconformadas e me voltei a desiludir quando a roda-viva das eleições me mostrou cabalmente que enquanto durar o circo político irá manter-se condenada a vida pública a uma espécie de beco sem saída. Foi o ano em que busquei por isso outras realidades. Fui encontra-las no livros, nas reuniões espontâneas ou organizadas. Com amigos e com desconhecidos. Com pessoas que percebem muito e com pessoas que se desunham para tentar perceber alguma coisa. Foi o ano em que encontrei no RDA pessoas das duas estirpes. Em que me tentei debruçar sobre as insurreições passadas, noutros países, noutros períodos históricos. Da comuna de Paris ao anarco-sindicalismo da Barcelona debaixo de guerra civil. Na incrível coincidência da nossa realidade com a realidade dos povos argentino ou grego. Foi o ano em que tentei decifrar mais um pouco da obra de Proudhon, em que me embrenhei apaixonadamente nas palavras de Kropotkin e Emma Goldman, em que sonhei com o espectador emancipado descrito por Rancière. Em que quis perceber porque é que a retórica da classe operária deposita tanta fé na Greve Geral e também os motivos pelos quais o seu impulso revolucionário se encontra circunscrito a uma existência meramente mitificada.</p>
<p>Mas também foi um ano de música. Foi o ano em que um seguidor meu, tão aproposito, falou das coincidências da minha música com a música de Gurdjieff e descobri assim a sua obra. Foi o ano em que me arrepiei com Valentin Silvestrov e o seu <em>Requiem for Larissa</em> ou me fascinei com a imensurabilidade da obra de Toru Takemitsu, em que tremi a ouvir as interpretações de <em>Introitus</em> e <em>Am Rande des Abgrunds </em>de Sofia Gubaidulina, durante um ciclo seu no CCB. Foi o ano em que vi o Schlippenbach numa sala apertada de paredes de tijolo no Barreiro, e pensei que estava dentro de um livro do Kerouac, não era verdade porque a asséptica lei anti-tabaco não ajuda ao romantismo da coisa. Foi o ano do Tilbury no Maria Matos e da primeira audição ao vivo do <em>Prélude à l’après-midi d’un faune</em> pela Orquestra Sinfónica da Casa da Música. O ano em que voltei a estar perto do sítio onde estive quando os Konono nº1 tocaram no Jardim Botânico, apenas desta vez estava mais perto do mar, e ao lado das Kalimbas havia agora mais guitarras eléctricas e três baterias e já não me lembro quantos músicos em palco. Mas sem dúvida que me recordei que a simplicidade é o âmago da questão. O ano de vibrar com música realmente vibrante em Lisboa dos incontornáveis Hernâni, Sousa (o outro), Ferrandini, Norberto, Sei Miguel, Rodrigo o Amado e o Pinheiro, Silva, Maranha, Mota, e mais uma porrada de outros nomes que agora não me ocorrem mas que sei que quando publicar este <em>post</em> me vou mutilar por não ter escrito. Foi o ano em que achei que dificilmente iria existir uma banda Pop mais perfeita que os Animal Collective e em que dei graças por ter provado uma porrada de cervejas novas e ter visto o Panda Bear na cidade fria de Bruxelas. E depois, calcorreei a mesma cidade fria a pé, por cerca de 50 minutos, por que já não havia <em>Tram</em> e fui teimoso demais para apanharmos um táxi. Foi o ano em que corri o país com o meu amigo Baltazar e Ricardo e nos rimos bastante, riu-se menos o Baltazar porque agora tem um puto pequeno e já não acha muita piada a ficar a pé até altas horas. Valoriza mais o seu sono tranquilo. Foi o ano em que vi, alguns, amigos a sair do país, e vi outros, menos, a voltar.</p>
<p>Foi o ano em que me desloquei mais vezes do que antes à cinemateca para tentar sorver a realidade perspectivada pelos grandes do cinema. Em que o discurso do personagem <em>Albert Lory</em> me alertou para a ideia peregrina de que “A sabotagem é a derradeira arma de um povo derrotado”. E, falei com tanta emoção deste filme que acabei por recebê-lo num DVD dentro de um saco de plástico mal embrulhado para que não mais me esqueça da sua importância. Foi ano em que busquei as imagens belas de Tarkosky, em que encontrei os meus 15 minutos de filme preferidos no início do <em>Hiroshima Mon Amour</em>, e o meu diálogo preferido no início do <em>Le Mépris </em>(totalement, tendrement, tragiquement)<em>,</em> e em que me perdi em discussões inconsequentes sobre a duração do <em>La Dolce Vita</em>.</p>
<p>Sem dúvida que foi um ano em que comecei muita coisa e acabei tantas outras. Mas as coisas que acabei, sei que fazem parte do que me constitui e as coisas que tenho pela frente são o motivo pelo qual ainda vou acreditando que apesar de toda esta borrada que é a civilização moderna ainda vale a pena tentarmos fazer alguma coisa de útil e deixar um mínimo contributo para o grão de areia que é a nossa existência no universo.</p>
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		<title>há dias em q vale a pena fazer parte da humanidade</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 18:12:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Sousa</dc:creator>
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		<title>pois&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 02:14:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Sousa</dc:creator>
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		<title>The Harp of New Albion</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 14:52:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Sousa</dc:creator>
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		<title>Jesus died for somebody sins but not mine</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 01:21:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Sousa</dc:creator>
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		<title>Banda sonora para estes dias cinzentos</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 14:47:53 +0000</pubDate>
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		<title>Palimpset</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 12:56:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Sousa</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="480" height="360" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/T1Wka0013uY?version=3&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="480" height="360" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/T1Wka0013uY?version=3&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
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